(texto do meu diario pessoal)
31 de Janeiro de 2011
+/- 18h
Um pouco de dilatação (1 dedo), contrações a cada 15 minutos
Em uma última ultrassom, meu tio, Dr Carlos, constatou que o Caio se enrolou no cordão umbilical... apesar disso ainda dava para esperar um pouco, ver se ele desenrolava, porque ainda não tenho dilatação suficiente para ele nascer.
Vou para a Santa Casa fazer um exame (Cardio-toque) e através dele saberemos se vamos aguardar ou partir para uma cesariana.
Saímos do consultório médico com a requisição do exame e o pedido de internação nas mãos.
Nossa! Como eu fiquei tensa! Ansiosa!
Fiquei muito chateada com a possibilidade de não poder aguardar um parto natural... mas meu pensamento principal era nas poucas horas que me separavam de segurar meu filho no colo, quero que ele venha com saúde, independente de normal ou cesariana.
Santa Casa de Bariri
+/- 18h40
Na portaria da Santa Casa a recepcionista falava, falava, falava, não entendia que o que eu estava precisando era o exame, e aguardar o médico.
Ela queria me internar e começar os procedimentos para a cesariana, eu explicando que nem o médico sabia ainda qual seria o parto necessário, e ela querendo saber mais do que eu, até chegar uma hora que eu não ouvia mais o que ela falava, eu estava nervosa e ansiosa, e já nem prestava mais atenção no que ela dizia.
Meu sogro que acabou de acertar com a recepcionista o que seria necessário, e quando fui liberada para subir para o meu quarto, fazer o exame e a internação, minha mãe, minha prima Silvia, meus sogros, meu irmão e Maria Rita ficaram na recepção, João Paulo subiu para o quarto comigo.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Última consulta
No dia 31 eu fui a Bariri consultar, e como a dilatação era pouca, meu médico (e tio) me liberou para ir pra casa almoçar, descansar, e se as contrações chegassem num intervalo de 15 minutos era pra ir para Bariri, caso contrário eu voltaria para lá as 18h para fazer a internação, e ficar no soro até a madrugada que era a previsão de nascimento.
Eu fui para casa, almocei, depois do almoço estava liberada pra tomar só liquidos, para fazer a internação caso precisasse.
Passei o dia sentada na sala, com as mãos na barriga, porque ela contraía mas eu não sentia dor, e contando no relógio os intervalos..
Assisti um monte de coisa que eu não conseguia prestar atenção....
17h fui tomar meu banho e me preparar para ir para Bariri, as contrações vinham de 25 em 25 minutos.
Eu fui para casa, almocei, depois do almoço estava liberada pra tomar só liquidos, para fazer a internação caso precisasse.
Passei o dia sentada na sala, com as mãos na barriga, porque ela contraía mas eu não sentia dor, e contando no relógio os intervalos..
Assisti um monte de coisa que eu não conseguia prestar atenção....
17h fui tomar meu banho e me preparar para ir para Bariri, as contrações vinham de 25 em 25 minutos.
Transcrevendo meu diário pessoal
30 de Janeiro de 2011
Esperando... esperando...
A última previsão, de segunda feira passada, era que nasceria na quinta feira, veja só, estamos no domingo!!
Até agora apenas uma contração!
Ai como é difícil ser impaciente!!! rsrsrs....
ps: Que calor tem feito! A sensação é que estamos derretendo... espero conseguir dormir essa noite!!
31 de Janeiro de 2011
Dia de médico...
será que eu fico lá? (Bariri)Depois do susto que o cano do banheiro nos deu (dois dias depois do susto das abelhas) acho que de susto o Caio não nasce mais!!! rsrs
Outro susto!
A casa que morávamos era alugada, e já tinha acontecido um susto antes de eu ir morar lá com eles...
A caixa d'água estourou e começou a descer água pelas luminárias, as lâmpadas viraram chuveiros, a água infiltrou as paredes, e alagou os cômodos do fundo da casa.
João Paulo e minha sogra começaram uma corrida desabalada pra tirar os móveis dos cômodos em alagamento... descia água por cima do computador e das camas.
Depois de arrumado não tivemos mais surpresas...
Dois dias depois de chegar de Ribeirão Preto, e tomar o susto com as abelhas, João Paulo e eu estávamos, como de costume, na sala assistindo seriado..
Na minha gravidez eu sentia muito calor, dormia mal, me revirava muito a noite, então não fazia questão de ir deitar cedo, já que ia ficar acordada de qualquer forma, então ficávamos até altas horas assistindo seriados..
Já era quase uma hora da manhã, quando escutamos um estouro muito alto no banheiro, e um barulho forte de água, na hora falei pro João Paulo: Corre que a caixa estourou de novo!!
Ele saiu correndo pro lado do banheiro, e quando chegou lá a mãe dele já estava na porta assustada com o barulho também, tinha sido o cano da pia que tinha arrebentado e estava jogando água até no corredor.
Diferente do dia das abelhas, esse dia minhas pernas amoleceram, eu sentia meu coração bater na garganta.. o Caio se revirava na minha barriga...
Sentei numa cadeira na cozinha, João Paulo ia conversando comigo para me acalmar, me deu um pouco de água, eu tremia.
Fui me acalmando aos poucos... e pronto!
Foi só um susto novamente!!
A caixa d'água estourou e começou a descer água pelas luminárias, as lâmpadas viraram chuveiros, a água infiltrou as paredes, e alagou os cômodos do fundo da casa.
João Paulo e minha sogra começaram uma corrida desabalada pra tirar os móveis dos cômodos em alagamento... descia água por cima do computador e das camas.
Depois de arrumado não tivemos mais surpresas...
Dois dias depois de chegar de Ribeirão Preto, e tomar o susto com as abelhas, João Paulo e eu estávamos, como de costume, na sala assistindo seriado..
Na minha gravidez eu sentia muito calor, dormia mal, me revirava muito a noite, então não fazia questão de ir deitar cedo, já que ia ficar acordada de qualquer forma, então ficávamos até altas horas assistindo seriados..
Já era quase uma hora da manhã, quando escutamos um estouro muito alto no banheiro, e um barulho forte de água, na hora falei pro João Paulo: Corre que a caixa estourou de novo!!
Ele saiu correndo pro lado do banheiro, e quando chegou lá a mãe dele já estava na porta assustada com o barulho também, tinha sido o cano da pia que tinha arrebentado e estava jogando água até no corredor.
Diferente do dia das abelhas, esse dia minhas pernas amoleceram, eu sentia meu coração bater na garganta.. o Caio se revirava na minha barriga...
Sentei numa cadeira na cozinha, João Paulo ia conversando comigo para me acalmar, me deu um pouco de água, eu tremia.
Fui me acalmando aos poucos... e pronto!
Foi só um susto novamente!!
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Último passeio grávida
37º semana de gestação
Minha consulta médica foi numa quarta-feira, existia a possibilidade de um passeio em Ribeirão Preto na sexta-feira..
Perguntamos ao médico se eu estava liberada para viajar.. após os exames rotineiros, ele perguntou para onde seria, e me liberou.
Fomos!
Eu estava ultra tranquila, se ele disse que não ia nascer no caminho, eu acreditava!
Em Ribeirão fomos ao shopping, estacionamos numa sombra! Que bom!
Descemos do carro, faltavam 15 minutos para o shopping abrir... ficamos esperando..
Minha bolsa estava muito pesada, eu abri para olhar e tinha um vestido extra dentro dela, achei que não ia precisar, voltei no carro para guardar.
Não sei explicar como aconteceu, fui surpreendida por um ataque de abelhas de um ninho que tinha na árvore ao lado do carro.
Além do susto, de um enxame inteiro fazendo o barulho, voando sobre a minha cabeça e me ferroando, eu sou alérgica a abelhas.
Gritei, sai correndo com aquela barriga imensa.. João Paulo tentou me ajudar e tomou várias ferroadas também.
A minha salvação foi justamente o vestido que eu estava indo guardar no carro, no susto eu joguei ele pra cima, e quando ele abriu e caiu, parte das abelhas ficaram presas debaixo dele..
No total, tomei uma ferroada no ombro direito, uma na mão direita e uma na cabeça.
Batemos na porta do shopping, e eu entrei na enfermaria, estava esbaforida de correr e de susto.
Como não somos ninguém para compreender as coisas do Senhor, minha alergia nem deu sinal de vida, mal incharam as ferroadas.
Feita a reclamação para a direção do shopping, e prestadas as devidas assistencias para com a gestante atacada, continuamos o nosso passeio.
Quando fomos embora, as abelhas ainda estavam lá...
Em casa, mandamos um email para a coordenação do shopping, assim como me atacou, poderia atacar idosos, crianças, outras pessoas...
Até hoje estou aguardando a resposta do Ribeirão Shopping.. as abelhas ainda devem estar lá.
Não tive a oportunidade de voltar lá desde o acontecido para verificar.
Enfim.. No final foi só um susto! Ainda bem!
#Fica a dica.. quando estacionar, a árvore que te proporciona sombra, também pode te proporcionar abelhas... esteja atento!
Se estiver grávida, carregue a mala da maternidade! rsrs (Eu acreditei que não ia nascer aquele dia, mas levei!!)
Batismo
Que dia especial na minha vida!
Faço parte de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias...
Jesus Cristo faz parte da minha vida.. está presente na minha família e na minha casa!
Obrigada Senhor!
Faço parte de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias...
Jesus Cristo faz parte da minha vida.. está presente na minha família e na minha casa!
Obrigada Senhor!
Missionários na minha casa
A Igreja de Jesus dos Santos dos Últimos Dias sempre tem missionários em campo, para levar a palavra do Senhor até as pessoas, convidá-las para conhecer A Igreja, entre tantas outras coisas..
Eu já conhecia e já estava frequentando as aulas dos membros novos, e como eu queria me batizar, já era esperado a visita dos missionários em casa para conversar comigo.
E assim foi feito, em uma das reuniões do domingo, conversamos com o bispo para pedir a visita dos missionários.
Recebemos dois missionários em casa no dia combinado, conversamos bastante, eles me passaram a mensagem e levaram para mim o Livro de Mórmon.
Foi um dia gostoso, almoçamos todos juntos.
Sou tão grata por esse dia, por poder ter membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias dispostos a levar a palavra do Senhor até as pessoas, e mais grata ainda eu sou pela oportunidade de continuar mantendo contato com esses missionários nordestinos que foram até a minha casa, por eles serem pessoas muito queridas a quem eu quero tanto bem!
Élder Marques e Élder de Souza... inesquecíveis missionários!
Sei que as coisas não acontecem por acaso, e que tinha que ser aqueles missionários naquele dia!
Além do trabalho missionário, eles levaram alegria pra dentro da minha casa, e eu nunca vou esquecer de como o Santo Espírito do Senhor esteve presente aquele dia.
Nunca tínhamos nos visto, não nos conhecíamos, mas não existiam pessoas estranhas em casa, ninguém se estranhava, nos sentíamos como verdadeiramente somos.. irmãos
Estávamos em família, almoçamos em família.. é assim que até hoje meu coração vê estes dois meninos, como parte da minha família, pessoas que a gente quer sempre o bem.
Voltamos a receber os missionários em casa um tempo depois, para a entrevista para o meu batismo, e novamente almoçamos juntos.
Na foto:
Élder Becker, Élder Ben, Élder Marques e Élder de Souza, eu e minha barrigona, João Paulo, Marivalda, Ronaldo e Maria Rita.
*Arquivo pessoal do Élder Marques (o mais guloso da foto! rsrrs)
Eu já conhecia e já estava frequentando as aulas dos membros novos, e como eu queria me batizar, já era esperado a visita dos missionários em casa para conversar comigo.
E assim foi feito, em uma das reuniões do domingo, conversamos com o bispo para pedir a visita dos missionários.
Recebemos dois missionários em casa no dia combinado, conversamos bastante, eles me passaram a mensagem e levaram para mim o Livro de Mórmon.
Foi um dia gostoso, almoçamos todos juntos.
Sou tão grata por esse dia, por poder ter membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias dispostos a levar a palavra do Senhor até as pessoas, e mais grata ainda eu sou pela oportunidade de continuar mantendo contato com esses missionários nordestinos que foram até a minha casa, por eles serem pessoas muito queridas a quem eu quero tanto bem!
Élder Marques e Élder de Souza... inesquecíveis missionários!
Sei que as coisas não acontecem por acaso, e que tinha que ser aqueles missionários naquele dia!
Além do trabalho missionário, eles levaram alegria pra dentro da minha casa, e eu nunca vou esquecer de como o Santo Espírito do Senhor esteve presente aquele dia.
Nunca tínhamos nos visto, não nos conhecíamos, mas não existiam pessoas estranhas em casa, ninguém se estranhava, nos sentíamos como verdadeiramente somos.. irmãos
Estávamos em família, almoçamos em família.. é assim que até hoje meu coração vê estes dois meninos, como parte da minha família, pessoas que a gente quer sempre o bem.
Voltamos a receber os missionários em casa um tempo depois, para a entrevista para o meu batismo, e novamente almoçamos juntos.
Na foto:
Élder Becker, Élder Ben, Élder Marques e Élder de Souza, eu e minha barrigona, João Paulo, Marivalda, Ronaldo e Maria Rita.
*Arquivo pessoal do Élder Marques (o mais guloso da foto! rsrrs)
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